Seu eu dormi? bom, depende, de sábado para domingo não, não dormi, quando amanheceu fui a praia e fiquei lá até a tardinha, dormi de noite, umas 5 horas, no máximo, se não me engano. Acordei na madrugada de domingo para segunda após um pesadelo bem assustador e ao mesmo tempo, artístico. Eu vi a minha morte por uma Colt, Calibre 45. Acordei quando a mira ficou sobre a minha testa e o ladrão disparou. Levantei suspirando no momento, tão assustado na hora, que só me veio duas coisas na minha mente: a primeira foi eu ter pensado, logo ainda estava vivo, e a segunda foi o que eu havia pensado, isto daria um tenebroso curta metragem, enfatizou meu cérebro. De ontem para hoje eu dormi sim, dormi exatamente 4 horas, acordando de madrugada, abrindo o olho e imaginando um ser me olhando da cadeira do computador, mas não, eram apenas as minhas roupas a sombra do abajur. Perdi o sono que quase não estou tendo, evidentemente. Porém, de alguma forma eu só queria falar, eu preciso dormir, mas não estou conseguindo. Será que eu morri por aquele ladrão no meu mundo paralelo? Se não durmo, não existo na outra dimensão.
terça-feira, 11 de janeiro de 2011
terça-feira, 24 de agosto de 2010
O gato, o cachorro e o ser humano?
O gato
que belo animal
resistente durante todos esses longos anos
a séculos e séculos
Fico até pensando
porque os matavam e ainda os matam
malditos
Será esta a razão
de sua resistencia?
Alias
gatos
possuem ou não 7 vidas?
Como saberei?
Pobre de mim
que mal se lembra do que comeu ontem.
Já o cachorro
ah, cachorro
pare de me lamber
agora
Este animal tão afetuoso?
diferentes dos gatos
não possuem 7 vidas
ou talvez possuam
não sei
o que sei é que se ele for seu
você terá proteção
ele te defenderá como um troféu
e além do mais
eles possuem o dom do perdão
algo que nasce com eles
E o ser humano?
sábado, 22 de maio de 2010
Eu tive um sonho. Conto 1.
- Ao dormir, viajando comigo, por longos momentos, pensei tanto sobre um tanto, nas constelações, planetas, no universo, meu universo, seu universo, nos atos, nas atuações, na respiração, na falta dela, no olho, no olhar, nas formas e na forma, em especial a sua e mais um montão de fatores que eu nem me lembro bem.
- Eu fiquei pensando quando um dia me disseram que para sonhar com alguem era só focar sua atenção nessa pessoa e ficar pensando nela até durmir, e deu certo, funcionou, acabei sonhando com você.
- Eu tinha medo de te perder, eu tinha medo de jamais de encontrar mas todo mundo já está cansado de saber que eu sou um grande medroso, é isto que sou, eu sei disso.
- Como assim? Você quer que eu conte todo o sonho agora? É, a gente pode ir para um café bar, boa idéia.
- Um mocaccino, pode ser.
- Eu lembro que eu tinha medo de ir embora, mas eu tinha que ir e eu sabia que dali em diante eu ia perder você, eu tinha um terrivel pensamento de que jamais receberia seu afago.
- Eu chegei e lá estava você, tomando teu café, lá no canto de um café bar, tão longe de corpo mas tão perto de alma. (Toma o café)
- Pedi meu café e fui falar com você, sentei a sua frente e tirei da bolsa um pequeno pote, ele continha um filme que acabara de comprar para minha câmera analógica, logo resolvi te fotografar, queria que aquele momento fosse eterno, quando eu olha-se para a foto após revelada sempre iria lembrar dele, so seu olhar quando estava entrando no recinto. Naquele momento você não só parecia, depois que tirei a primeira foto notei que você era, a modelo perfeita que precisava para a sessão de fotos. Discreta com um toque indiscreto, timida e charmosa, louca e como todo louco, genial.
- Garçon, por favor, me tras um pedaço daquele petit de chocolate? Merci.
- No sonho eu já sabia tudo sobre você, como se fossemos velhos amigos que encontravam por acaso em lugares aleatórios sem que marcassemos um unico encontro. Nossas conversam aconteciam naturalmente e nada era tão forçado, eu achava tudo isto o máximo para o meu ser.
- Sim, eu pedi só um pedaço, não sabia se ela queria. Você quer não é? Pode Trazer outro. Merci.
- Desculpe, estava focado no sonho. Alias, aonde tinha parado?
- Ahhh, sim, eu tinha te fotografado, tinha te encontrado nas fotos. Depois que eu começei com as fotos naquele lugar eu tava totalmente focado em guardar seu modo, atos, jeito, sorriso, tudo que coubesse no filme. (Come o petit)
- Eu não sei, realmente fiquei sem saber o porque que eu pensava que jamais veria você. Acho que estavamos mudando um pouco, talvez não enfrentariamos mais os mesmos ambientes, devia ser mais ou menos isto... Nunca vou saber, vou só um sonho, você que é a protagonista, acho que conseguiria dizer mais do que eu... Não?
- Hahahaha, verdade, verdade, você vai viajar para França.. Foi daí que eu pensei que você não ia voltar, é a unica explicação. (Termina de comer o petit)
-Enfin... a questão é que eu não poderia mais olhar pra você e que você não era minha, nem queria ser, não até aquele momento em que tivemos a nossa maior conversa. Tinhas um medo de mim por parecer estar sempre te perseguindo, como o Stalker de Andrei Tarkowki. Você só tirou essa ídeia da cabeça quando realmente papeou comigo.
- A gente tomou café, falou da vida...
- Poxa, que demora para trazer um pedaço de bolo? Alias, uma coisa engraçada sobre esse bolinho, só por que ele tem nome Francês faz o parecer mais importante e mais caro, é uma palhaçada. Não, não quero mais nada não, obrigado.
- Então, agente tomou o café e discutiu sobre a vida e a morte, o tudo e o nada e ao termino da xícara você foi embora me deixando na mesa.
- É verdade, eu sempre penso no tudo e no nada...sempre e nunca. Ha!Ha!Ha!Ha!
- Aí eu olhei para a porta e vendo você sair eu percebi que estavas me esperando, neste momento eu notei que aquele dia seria o primeiro dia que você seria minha de verdade.
- É, eu sei disso. Mas você me conhece, sabe que sou frenético e louco.
- Tambem sei disso, mas gosto de sentir os detalhes, para mim é o melhor, sempre.
- Não sei o que aconteceu depois, foi só isso, quando agente saiu depois que eu pagei a conta a imagem começou a se desfragmentar, acho que nessa hora ia vir os créditos do nosso curta.
- Ha!Ha!Ha!Ha!Ha! Tambem pensou que daria um filme?
- A vida é um filme Honey Bunny, e foi nele que eu aprendi a te amar.
- Que bom que tambem me ama.
Sobre a vida.
Afinal, O mundo está dividido entra as pessoas que gostam e as que não gostam de ver um pôr-do-sol.
sexta-feira, 30 de abril de 2010
Blow Up
Sometimes she are so nervous
about life and other things
that she even thinks
in some details of her eXistenZ
Once I've heard of her mouth
Everybody wants to rule the world
Once I've just heard
I know you wanna do this now
But I didn't care
that tacky words full of nothing
beating in my brain
blowing my mind
Just because
Once I told her one detail
One of my deepest secret
Not so deepest now
Once I told her
I'm gonna Blow Up everything
Every little thing
Until my body
Just becase
Once I wanted to do all different
To create The Revolution
To create The Revolution
To make The Evolution
Blow Up each peace
Of life.
*André N. Arçari
Aquele sobre aquilo
Eu realmente
gosto de ver te
sorrindo ao meu lado
Aquele teu sorriso
aquele meu olhar
Sinto aquele
olhar de felicidade teu
feito sobre minha encomenda
Aquele meu toque
aquele teu olor
Tudo relembra
aquelas poesias que liamos
daqueles filmes que viamos
Aqueles só meu
aqueles só seu
Parece até
que Godard e Truffaut
filmavam tudo para nós
Aquela doçura
aqueles detalhes
Aquilo sim
o que sempre viamos
e amavamos como ninguem
Aquilo sobre o tudo
aquilo sobre o sempre.
*André N. Arçari
quinta-feira, 29 de abril de 2010
Da serie frases: Godard
“A história deve ter um começo, um meio e um fim, mas não necessariamente nessa ordem.”
*Em referência aos cult movies, é a frase que mais se encaixa. Meu cérebro leva um pouco de tempo para organizar toda a estrutura na ordem correta, é, infelizmente confesso, ele sempre tenta fazer isso.
quarta-feira, 28 de abril de 2010
Mente, confusamente.
Pareço estar
sempre
parafraseando a vida
Talvez porque
nunca
a tinha sentido
Com pensamentos
brincadeiras
particularidades só nossa
Algo tão
vivo
algo tão novo
Tão simples
nostalgico
e muito doce
Não consigo
explicar
o que sinto
Algo deste
jeito
desse jeito seu
Se parece
limpidas
gotas de orvalho
Caindo na
aurora
leve e delicadamente
Encharcando o
chão
uma por uma
Pareço estar
confuso
sobre meus sentimentos
Nunca sabendo
agir
do modo correto
Talvez eu
seja
mesmo muito diferente
Talvez esteja
experimentando
um novo sentimento
Inexplicavel
Inconfundivel
Inesquecivel
*André N. Arçari.
terça-feira, 27 de abril de 2010
Vinde, perdido... e confuso. Perdido e confuso. Perdido... e confuso.
E aos que passarem
aos que olharem
aos que criticarem
Serão excluidos
Serão ignorados
Eventualmente
serão retribuidos
Contudo
quando notar
minha
egocentricidade
egocentricidade
os que passarem
os que olharem
e os que
os que olharem
e os que
criticarem
Serão interpretados
Serão compreendidos.
*André N. Arçari
*André N. Arçari
segunda-feira, 26 de abril de 2010
Catalã (da serie egoista: poesias que o mundo nunca veria)
Que bagunça
Gatos são uns demônios
Embolam minha lã
Destroem a minha mobília
Aonde estava com a cabeça
Já sabia de antemão
Gatos, não!
Gatos
São
Uma doçura,
Uma ternuna,
Embolam até a minha lã
Horas a fio,
Penso,
Como resolver.
Perpetuamente,
Hei-de catar
Toda esta lã
Só de pensar, logo me recordo
Daquilo que nunca esqueci
Que lingua
Quanto romantismo
Que poesia
Quanta culinária
Que vida
Quanta arte
Que esplendor
Quanta maravilha
Hei-de voltar
De estar
Para ficar
Em Barcelona.
*André N. Arçari
*André N. Arçari
sexta-feira, 23 de abril de 2010
Mas...
Qual conexão entre o real e o imaginário?
Não sei... talvez, no dia que eu conseguir descobrir... talvez, criarei uma teoria... umas teorias...é.. teorias, isso! vou criar sim.
Pois bem, hoje, quando estava trabalhando, realizando minha pesquisa de campo para coletar dados, um saudoso senhor, de estatura baixa, com olhos cansados mas com seu azul eterno, me parou e me disse:
Bona cera!... você sabe o que isto significa?
Eu... fiquei estático... pensando no que seria, no que aquilo significava e disse: é boa tarde! não é?
O senhorzinho me disse com sua voz cansada: - Não... é bom dia!
Logo retruquei: - Bom dia??? mas e boun giorno? Não é bom dia?
Logo ele parou e pensou: -Não... Boun giorno é boa tarde.
Mas, denovo insisti: -E boa noite, como é? Buon pomeriggio? aonde se encaixa?
Logo, ele ficou meio confuso, e sem saber o que dizer disse que era boa noite...
Depois disso, eu tambem fiquei confuso... Devia voltar ao trabalho, ao real, ao sério, mas... O meu imaginário estava se divertindo tanto nessa hora que, como seres, humanos, começamos a dialogar...
Ao fim da conversa aprendi algo certo, que "A presto" significa até logo.
Mas... antes do senhorzinho se despedir ele me contou uma breve e ao mesmo tempo longa história, (bom, breve e longa porque na hora parecia que iria durar horas, porem acabou sendo rápida) sobre uns amigos dele, que vivem rindo quando ele fala essas pequeninas palavras em italino.
Toda uma parte do seu real dentro de sua mente, foi, saindo, assim, com tanta clareza que por um momento pensei que já conhecia ele deveras. É vera que o que ele me ensinou eu já sabia (pelo menos pensava que sabia), mas saindo da boca de um ser tão cansado, tão vivido, sofrido, em um tom tão simples, me deixou perplexo. Ele tambem me contou uma outra história sobre um local aonde ele tinha trabalhado, etc e tal. Mas, eu não estava prestando tanta atenção assim. Minha mente parecia bloquear tudo, não entender nada, não compreender nada. Por que, qual seria a razão? O que minha subjetividade estava fazendo nesta hora? Tudo aquilo era vida! vivida! falava! e eu? aonde estava? Não sei., nunca vou saber. De repente o velhinho disse: não há nada como ter amigos na vida.
Mas... antes do senhorzinho se despedir ele me contou uma breve e ao mesmo tempo longa história, (bom, breve e longa porque na hora parecia que iria durar horas, porem acabou sendo rápida) sobre uns amigos dele, que vivem rindo quando ele fala essas pequeninas palavras em italino.
Toda uma parte do seu real dentro de sua mente, foi, saindo, assim, com tanta clareza que por um momento pensei que já conhecia ele deveras. É vera que o que ele me ensinou eu já sabia (pelo menos pensava que sabia), mas saindo da boca de um ser tão cansado, tão vivido, sofrido, em um tom tão simples, me deixou perplexo. Ele tambem me contou uma outra história sobre um local aonde ele tinha trabalhado, etc e tal. Mas, eu não estava prestando tanta atenção assim. Minha mente parecia bloquear tudo, não entender nada, não compreender nada. Por que, qual seria a razão? O que minha subjetividade estava fazendo nesta hora? Tudo aquilo era vida! vivida! falava! e eu? aonde estava? Não sei., nunca vou saber. De repente o velhinho disse: não há nada como ter amigos na vida.
Mas como? A menos de 24 horas eu estava pensando exatamete isso! Que senhorzinho! Que palavras! Fiquei surpreso,confesso, não imaginaria que ele falaria algo tão assim, simples e por hora necessário para meus ouvidos, ora essa, ele nunca tinha me visto.
O pai dele ensinou tanta, tanta coisa a ele, pensei eu com meus botões... É, acho que tambem quero ser pai, é, talvez... Talvez eu ensine essas palavras em italiano para meu filho... Quem sabe um dia isso não aconteça?
Quando o "eu" que vos fala não estiver mais aqui, talvez meu filho, um senhorzinho simpático, cansado e dos olhos azuis, poderá abordar um desconhecido pela certeza, pelo seu saber e em minutos criar um grau de parentesco com aquele ser pela descendencia, na tentativa de conseguir, assim como aquele "nonno" conseguiu, tocar meu ser, me humaninzar um pouco mais! Só aí entenderemos que todos somos iguais, mas ao mesmo tempo diferentes, que estamos conectados mas eventualmente desconectados e que tudo não depende só do espaço mas como tempo e tambem do lugar.
E agora, talvez, talvez, é, talvez eu tenha descoberto que o resultado entre o tudo e o nada são uma soma entre dois produtos, o real e o imaginário.
Mas, e a entre o real e o imaginário? Qual seria a conexão?
Mas, e a entre o real e o imaginário? Qual seria a conexão?
quinta-feira, 15 de abril de 2010
Da serie frases: Arnaldo Jabor.
''Eu tentei filmar assim: o fluxo da afetividade, da tentativa de alegria, do desejo de felicidade."
*Concordo com o Jabor quando ele tenta mostra essa busca do ser humano pelos bons sentimentos da vida, que são essenciais para nosso humor e auto-estima.
Me identifico com seus filmes pelo simples fato de estar sempre nessa busca.
Gosto muito de suas crônicas tambem, ele sabe o que escreve, e é sincero.
sexta-feira, 11 de dezembro de 2009
Ne me quite pas
Bom, vou tentar fazer posts menores, tipo notinhas para ficar mais fácil para as pessoas lerem, mas lógico que não vou largar meus textos kerouacanos e intensos.
Intenso é a palavra da vez... lembra daquela linda música de abertura da minisérie cantada pela Maysa? Aham, Ne me quite pas, que da nome ao post... pois então, ela foi cantada e encenada por grandes da música não é? Mas então, quem é o criador dela?
Bom, ela foi criada em 1959 por Jacques Brel. Foi feita devida a separação dele com Suzanne Gabrielle. Agora olha como é densa e expressiva a forma como ele canta neste link.
Agora a versão da Maysa tem seu diferencial, sempre. Viajando pelo youtube tem versões do som pela Nina Simone, Sting e até mesmo uma cômica versão com o Claudio Carneiro em uma apresentação do Cirque du Soleil. Aproveitem.
sábado, 28 de novembro de 2009
DVD's: Akira Kurosawa. Brasil vs. USA
Como eu adquiri o Box de DVDs deste famoso diretor japonês, eu gostaria de comentar um pouco como estamos servidos e como estão os americanos.
Vamos começar com classe. Dia 8 de dezembro começa a ser vendido na gringa um Box com 25(Vinte e cinco), precisos 25, filmes do Akira Kurosawa (que eu saiba existe 31). Entende-se que até hoje a nivel mundial, nunca haviam lançado um mega Box desse.
Os DVDs vem nos famosos digipacks individuais padronizados. Todos os filmes foram remasterizados pela grandiosa Criterion, e a caixa já pode ser adquirida no site do amazon por um preço promocional de lançamento. Eu não sei nada sobre os extras dos filmes e alem disso para a tristeza dos fãs brasileiros esta edição não possui legenda em português. Preço? $284,99 (veja você mesmo clicando aqui).
Outra belezura lançada na terra do tio Sam é essa edição de 3 filmes limitada numerada individualmente criada pelo estudio Wellspring. Este Box vem com os filmes: Ran, Madadayo e o disco Kurosawa, especial sobre a vida e as obras do diretor. Comparada com a edição anterior, esta acaba se tornando cara e também não possui legendas em português. Seu valor é $125 (veja você mesmo clicando aqui).
Agora em nível de Brasil, a menos de um mês a Europa lançou um Box com 5 filmes do Kurosawa que pode ser encontrado na Videolar por R$ 90 (veja você mesmo clicando aqui). Digamos que os filmes são os mesmos fabricados pela Criterion, muito bem remasterizados. São os filmes do Box: Cão Danado, Céu e Inferno, Depois da Chuva, Sanjuro e Os Sete Samurais. Eles não possuem NENHUM extra, apenas uma versão em MP4 para dispositivos móveis.
Os DVD's vem em 2 bandejas digiduplo e 1 em digipack tradicional. Sua fabricação ficou por conta da Rigesa e a impressão dos discos, que por sinal é muito boa, foi feita pela replicadora Videolar. Só para constar, no site da Videolar na data da pré-venda deste box, por um provável bug podia-se comprar ele pelo preço de R$ 30. Agora não venha me dizer que eu não informei antes, pois eu informei sobre esta façanha a grande parte dos meus amigos cinéfilos que gostam de gastar com isto.
Os DVD's vem em 2 bandejas digiduplo e 1 em digipack tradicional. Sua fabricação ficou por conta da Rigesa e a impressão dos discos, que por sinal é muito boa, foi feita pela replicadora Videolar. Só para constar, no site da Videolar na data da pré-venda deste box, por um provável bug podia-se comprar ele pelo preço de R$ 30. Agora não venha me dizer que eu não informei antes, pois eu informei sobre esta façanha a grande parte dos meus amigos cinéfilos que gostam de gastar com isto.
Alem dessas produtoras, a Warner possui os direitos do DVD "Sonhos", que pode ser encontrado nas lojas por até R$ 20. A Spectra Nova também tem a posse de um de seus filmes, o famoso "Rapsódia em Agosto" e pode ser encontrado por belos R$ 12,90. Sobre a qualidade desses filmes, posso afirmar que são muito boas alem dos valores serem ótimos. Palmas para a Spectra Nova que nos apresenta bons filmes por preços que tem a cara da nossa realidade.
Obs: Eu não sou o Jotacê.
domingo, 22 de novembro de 2009
BAUHAUS em tópicos. 1919-1933
- Bauhaus entre 1919 à 1933 foi uma escola de arquitetura expressionista alemã que marcou o inicio do modernismo.
- Antes mesmo de ter uma identidade própria, o instituto utilizou varias formas artisticas como inspiração, dentre elas, vemos como fortes influências a Art Nouveau, o Dadaismo, o Expressionismo e o Futurismo.
- Os primeiros artistas surgiram em toques singelos, Lyonel Feininger por exemplo, criou uma xilogravura de uma catedral para o manifesto da Bauhaus em seus primórdios.
- A Bauhaus tambem ficou conhecida como "A Reforma Vanguarda", onde uma das primeiras escolas de artes tentam se erguer em uma Alemanha que sentia o fracasso do pós-guerra, onde as industrias ainda estavam em colapso e a recém implantada república de Weimar que tinha uma forma parlamentarista democrática começava a se recompor da derrota na batalha.
- Walter Gropius foi então nomeado para coordenar e criar uma forma para a escola de artes. A partir desde ponto então, Walter cria um curso preliminar obrigatório de um semestre que apresentava os alunos promissores na área.Johannes Itten coordenava este curso, porem em 1923 após a guerra de poder ele acabou deixando de lecionar na escola. Josef Albers via este curso apenas como um treino criativo. O curso foi abolido anos depois devido as exigências dos alunos comunistas.
- Miles van der Roche que até então não fazia parte da escola, entrou para o grupo e introduziu a criação dos exames que até então não existiam. Foi apartir desta mesma época, com sua entrada, que as oficinas começaram a conter diplomas, que mesmo sem apresentar notas dos alunos, contiam um histórico das atividades realizadas pelos mesmos.
- O ensino a principio, era voltado básicamente para a arquitetura e o designer, porem após alguns anos, introduziram a outros cursos, que em sua época eram chamados de oficinas. Destaca-se entre eles, a criação dos curso de publicidade, fotografia, artes e artes de palco, que após alguns anos formaram profissionais de extrema importancia para o contexto da época.
- Ao traçar um carater para o nome Bauhaus, Gropius achava importante o uso apenas de cores e formas primárias e os cursos não continham muita história, que no caso não era totalmente proibida, já que haviam livros referentes ao assunto na Biblioteca.
- Outro ponto curioso foi que, Gropius traçou uma linha para os cursos, pelo fato de que eram escolhidos em sua grande maioria candidatos do sexo masculino, colocando as mulheres nos curso de tecelagem.
- Nesta mesma época, surge um movimento em torno da recém surgida revista De Stjil, que em seu ponto inicial focava arquitetura e as artes plásticas. O movimento teve fortes contribuições de artistas da Bauhaus que traçaram o estilo da revista. O movimento espelhou fortemente na vanguarda neoplasticista e o dadaista. Piet Zwart, Theo van Doesburg, Gerrit Thomas Rietveld, Piet Mondrian foram o que podemos dizer hoje, fundadores da revista/movimento.
- A partir dessa nova fase então, com a reformulação da escola, vemos nela um novo olhar, um olhar principalmente expressionista e construtivista alemão.
- Ainda em Weimar, então, Georg Muche e Adolf Meyer criam um modelo de casa com inspiração na escola. A casa teve uma criação com objetos que ainda não faziam parte das criações da Bauhaus, e sua cozinha teria sido a primeira cozinha com traços modernos da Alemanha. Gropius, que ainda era o diretor, em um ato de expansão do imobiliário, criou um filme do mesmo.
- A casa criada no ano de 1923 foi chamada de Haus am Horn.
- Nesta mesma época Walter Gropius já havia criado uma forma anti-academica, elitista e totalmente vanguardista para a escola de artes. Traçando esta linha de ensinamento então, Gropius acabou manifestando um radical artístico para a personalidade das pessoas que ali estudavam.
- Surge então, o aluno e posteriormente professor da Bauhaus, Herbert Bayer. O austríaco ficou mundialmente conhecido por trabalhar nas áreas da arquitetura e designer.
- Marc Chacall foi outro grande artista convidado por Gropius para dar aulas na escola de artes.
- Uma grande curiosidade sobre a criação e venda dos produtos criados na escola foi que, dentre eles, o mais vendidos na Alemanha eram os papeis de paredes, que eram fabricados nas oficinas da escola.
- Após uma alteração nos quadros apresentados pelo governo, no ano de 1925 a Bauhaus e forçada a se mudar para a cidade de Dessau. Nesta fase, o governo alemão era esquerdista e a escola não sofria nenhum tipo de perseguição.
- Em 1928, já em seu novo prédio, Gropius que havia feito um grande renome internacionalmente anuncia a saida da escola, causando espanto ao corpo docente e aos alunos. Ele se explicou dizendo que gostaria de dedicar mais tempo a sua arquitetura.
- O novo diretor, Hannes Meyer, teve problemas em manter as caracteristicas da escola, e após se estabelecer completamente escolhe o funcionalismo como a ideologia-mestre.
- Meyer dirigiu a Bauhaus entre os anos de 1928 até 1930 e durante esses anos ele não conseguiu transmitir o que realmente deveria ser transmitido. Nesta época a escola ainda era conhecida pelas medidas autoritárias e elitistas de Walter.
- A nova escola tinha um designer não tão expressivo como a primeira. A Bauhaus de Weimar era caracterizada pelos dois predios em forma de L que se cruzavam. Seu designer arrojado e sua estrutura em vrido refletia as caracteristicas que a escola propos naquela fase. Porem, quando o instituto migrou para Dessau e iniciaram cursos da nova escola sindicalista, nome que era dado a ela, sua estrutura ficou conhecida como "Escolas nos Bosques".
- Neste período da criação da escola sindicalista, os cursos tinha a duração de apenas quatro semanas e haviam matérias um pouco diferente, um exemplo foram os exercícios técnicos funcionalistas que cálculavam o ângulo do sol e suas possiveis incidencias.
- Outra característica da nova escola de Meyer era a abolição do elitismo criado por Walter. Adotando esta politica, Meyer aumentou o número de alunos de 140 para 200. Para se ter uma idéia, a nova escola de arquitetura que tambem funcionava no prédio da Bauhaus, tinha um número médio de 1400 alunos. A Bauhaus além de não querer aumentar seu número, não podia, pois tinham um problema de terem apenas um pequeno espaço do edifício.
- Na época em que Walter tomava conta da Bauhaus, ele acreditava que ele conseguia monitorar todos os alunos, vendo seus trabalhos e os selecionando para a escola. Portanto seu método de aceitar um número máximo de 150 pessoas na escola na qual ele praticamente escolhia a dedo e as monitorava durante todo o trajeto foi muito mais aceitavel do que a nova tentativa de Meyer.
- Hannes Mayer acabou fracassando em termos humanos e ficou menos de dois anos e meio. Os alunos acreditavam que ele causava uma impressão ruin e não conseguia se expressar como o antigo coordenador.
- Surge então entre os ultimos anos da escola, 1930 à 1933, um novo diretor, Mies van der Roche.
- O novo diretor se caracterizava por ser formalista, racionalista além de distante e autoritário. Sua escolha foi devido ao fato de ele ser um arquiteto proeminente da república de Weimar.
- Mies não se conformava com o fato do movimento classificado como Nova Arquitetura rejeitar a história.
- Ludwig Mies propunha uma visão clara, objetiva, racionalista e simples para com seus alunos e suas obras.
- Em 1932 ocorre então, uma nova mudança para Berlim devido principalmente a perseguição do recém fundado governo nazista.
- Por ordem do governo de Hitler então, em 1933, a Bauhaus fecha suas portas.
- Bauhaus teve uma grande expressão nas obras arquitetonicas e artisticas do ocidente europeu e posteriormente americano.
- Hoje, ficou então, apenas o "Estilo Bauhaus", expresso nas artes, designer e arquitetura da pós-modernidade.
- Apesar das críticas, que surgem até os dias de hoje, Walter Gropius tornou a Bauhaus lendária, refletida nos meios de comunicação. Gropius torna-se então iconográfico e a Bauhaus torna-se uma forte influência para os novos artistas e arquitetos.
Texto: André Nascimento.
Fonte primária de pesquisa: Livro: Bauhaus 1919-1933 por Magdalena Droste, 96 páginas.
Marcel Breuer (1902-1981), o famoso arquiteto criador das cadeiras de aço tubular, norte-americano de origem húngara, fez parte dos primeiros alunos da Bauhaus. Suas obras são quase imprescindíveis em lojas de imobiliário.
A Haus am Horn, um protótipo de casa unifamiliar ideal. Segundo Erich Mendelsohn, a criação não estava ao pontencial da Bauhaus.
O manifesto e sua capa, criação de Lyonel Feininger.
O imobiliário simples e funcionalista de Mies van der Roche. Ultrapassando décadas, se mantem até os dias atuais como produto elitista.
Entrada do prédio da Bauhaus em Weimar.
sábado, 14 de novembro de 2009
Diretores: Cameron Crowe
Nasceu em 57, em Palm Springs, Califórnia.
Começou cedo, aos 15, sendo crítico musical de revistas como Rolling Stone. Para lê-las, acesse seu site oficial e tirem suas conclusões. Cameron Crowe entrevistou bandas de renome nas décadas passadas. Tais como Led Zeppeling, Pearl Jam, David Bowie, Deep Purple, alem de grandes astros do cinema, que posteriormente fizeram parte de seus filmes.
De seus seis filmes, destaco"Quase Famosos", ganhador do BAFTA e do Oscar de melhor roteiro original no ano de 2000, onde seu roteiro se une a jovialidade da atris Kate Hudson e a ingenuidade de Patrick Fugit.
Seus filmes se auto definem por apresentar um bom sentimento romântico adolescente(clichê), tons de comédia e drama, temas autobiográficos, uso do rock americano. Todas as vezes ele convida estrelas de cinema para estarem participando de seus filmes.
Dentre esses atores famosos, cito Tom Cruise que participou de dois dos seus seis filmes. Um deles foi Jerry Maguire, que em 97 concorreu ao Oscar de Melhor Roteiro Original. Obviamente, concorrendo com Fargo dos irmãos Coen, seria um tanto quanto impossível ganhar nesta categoria. Entretanto, o ator Cuba Gooding Jr. que fez parte do filme como ator coadjuvante acabou levando a estatueta para casa.
Seu grande erro foi(os outros tambem não foram pequenos), no ano de 2001, fazer um remake do filme de 1997, "Abre los Ojos", do diretor espanhol Alejandro Amenábar. O que se passava na cabeça do diretor quanto fez isto? Penélope Cruz que havia feito o primeiro filme acabou atuando no segundo, no mesmo papel. Se eu pudesse entrevista-lo logo esta seria a minha primeira pergunta. A filmagem original foi um sucesso de crítica, logo imagino, queria Crowe apenas americanizar o grande sucesso espanhol? Freud explica?
Seus dois primeiros filmes foram: "Digam o que Quiserem" de 1989 e "Vida de Solteiro" de 1992. Até então seu ultimo filme é "Tudo Acontece em Elizabethtown" do ano de 2005 (três clichês do gênero).
Crowe é patriota e talvez seja esse, o único motivo dele fazer parte das listas dos grandes diretores.
sábado, 7 de novembro de 2009
Information is inspiration, conected like an "Le Fil"... i mean, wire.
Pensando em escrever um pouco sobre a música, seus efeitos nas pessoas, suas variáveis, seus estilos e sua irmandade com a historiografia mundial, refleti sobre o quanto ela está presente na minha vida e como ela me influencia tanto personaliticamente e socialmente, estando em bons e não tão bons momentos assim da minha trajetória linear vital, o que já era fato porem até então não refletido por meu ser.
Levada a questões de debates psicológicos, sociológicos e artísticos me deparo com uma frase tão forte que em décadas passadas foi dita pelo pensador Nietzsche: "A vida sem música seria um erro". Completo a frase dizendo que a vida sem as artes no geral, abrangendo todos os movimentos vistos e vividos até hoje, seria um erro.
Acordo, sento, tomo meu café, escovo meus dentes e sinto um anseio de flutuar em uma sonoridade , sonoridade essa que une a soul music, o blues e que possua um toque de psicodelia, algo charmoso e clássico, mas que em discórdia apresente traços pós-modernos. Ligo então meu cérebro externo que apesar de não possuir uma faculdade grande (120GB), tem a clemência de arquivar minhas muitas músicas e documentos em geral e coloco meus fones para mais uma vez ouvir o que a voz humana e alguns instrumentos são capazes de me registrar --- Clama então a sonoridade de Shuggie Otis, o multi-instrumentista americano nascido na California que hoje possui 55 anos, um belo negro que em sua juventude era habituado a usar um cabelo estilo black power e representar o movimento hippie contra cultural com suas inovações musicais e seu semblante. O álbum que vos apresento é Inspiration Information lançado em julho de 2004.
Isto apenas precedeu a minha icônia e adjacente escolha musical do dia, a cantora Camille Dalmais, uma belíssima figura francesa que com sua expressão e musicalidade me encantou a primeira vista. Considerando a melhor (que audácia), representante viva da música francesa, apenas Camille, como é mais conhecida, utiliza elementos da bossa nova que quando ouço logo em Francês, tenho uma ótima sensação e penso que se o estilo tinha sua perfeição cantada em português pelos grandes nomes que fizeram a história desde a década de 50, mudo minha opinião baseada apenas na voz da jovem cantora, e afirmo que a bossa nasceu para ser cantada em Francês. Camille, Camille, Camille, com sua beleza felliniana e sua doce voz de criança, uma vez disse por telefone para um jornalista brasileiro em uma entrevista, que havia começado a cantar melodias mas pensou que poderia fazer algo além, algo mais primário, algo mais vanguardista, e conseguiu, pois a meu ver, seu segundo cd, "Le Fil" lançado em 2005 apresenta a harmonia de sua voz em sons instrumentais de significado e sentimento único.
Após toda minha expedição, me desligo das sonoridades e volto ao meu momento de reflexão e penso comigo mesmo que a música, seja qual ela for, me proporciona um sentimento único, um sentimento especial, um sentimento.
Camille Dalmais.
sexta-feira, 6 de novembro de 2009
I'm back to black, but i'm not Amy Winehouse
Por falar em voltar, tenho novas... bom, o que vocês querem saber? qual é a boa do novo filme do Quentin Tarantino? Porque nem o Ingmar Bergman e nem o David Carradine não estão mais vivos? Eu vou sabeerrr??? Ow.... sou apenas um simples aluno de comunicação... mas calma.. o Tarantino entra em outro post... Oh, Tarantino nosso de cada dia...O que seriam os bastardos sem você?
Agora isso não importa, porque eu tambem não sou o Tarantino...
Então vamos lá...
O pós show sempre me deixa assim... qualquer banda que tiver um bom guitarrista e um bom baterista me deixa assim...
Se liga nesse som então, http://www.myspace.com/rajarmusic !
A banda da vez é a Rajar, que também é do Espirito Santo e toca um pop-rock de classe com músicas com arranjos e letras que vão de referências fortes e toques clássicos a sons bem modernos e atualizados ...Ousado não? Pois é...
A banda que está na estrada desde 2005 acabou de voltar de Copenhaguem (a dois dias atrás) ...ultima turnê que passou pelos países nórdicos. Só para sentir o naipe do quanto a banda ainda tem para mostrar, em 2007 os caras fizeram a trilha de abertura da novela Malhação e hoje tem músicas na trilha do programa Beijo, Me liga do canal pago Multishow, já foram no Jô Soares e tiveram a honra de gravarem em um novo arranjo a música Não Vá Embora de Marisa Monte. Com tantos nomes assim eu fico até confuso.
Em 2006 surgiu "Narcisista", o primeiro CD oficial da banda e hoje está na correria com seu segundo disco, "Boa Viagem", que saiu no final de 2008. Vale apena conferir tudo e muito mais, porque além de músicas próprias, s caras também fizeram covers de algumas bandas, que das melhores coloco Kings of Leon e Coldplay.
Formado por quatro pessoas, a banda fazia uma performance memorável.
O vocalista gostava de carregar o microfone no pedestal e andar ao redor do palco.
O guitarrista era mais estático, pois apenas mexia sua cabeça, porem na troca de som antes do show fez um solo muito do bom da eterna música Dancing With Myself de Billy Idol.
O baixista, que ao decorrer do show cansava de suas paletas e jogava para o seleto público do Centro Cultural parecia não estar ali naquele momento. Ele vestia uma camisa regata vermelho bem justa e curta para seu corpo e obrigatoriamente me lembrou o personagem Renton, interpretado pelo ator Evan McGregor no filme do diretor Danny Boyle, Trainspotting. Comentando com ele sobre as paletas, ele havia me tido que possuia muitas delas e que gostava de fazer aquilo, logo após ele me deu uma das paletas, mas como eu não tinha uma caneta nankin fiquei sem um autógrafo na mesma, mas aceitei gratamente o presente, a paleta verde da marca Tortex Duniop U.S.A, .88mm e pensei seriamente em fazer uma coleção delas de shows que eu presenciar (como não sou um especialista em paletas consigo descreve-la pelo fato de que estas informações estão escritas nela).
Em inversão, o mais caricato era o baterista, que além de ser o mais estiloso e fazer caretas clássicas que todo batéra faz, tinha uma semelhança no cabelo e na atitude com o Joey Ramone. Lógico que no pós-show eu não podia deixar de dizer isto para ele né... A principio ele me olhou com uma cara bem pensativa e cofiando sua barba levemente, refletia minhas palavras. Entretanto após minha explicação ele riu e fez uma pose que me remeteu algumas fotos clássicas e o baixista Sid Vicious da antiga Sex Pistols... e se explicou, dizendo que com certeza é um grande fã da banda Ramones e que quando era pequeno ouviu a primeira vez os caras em uma fita K7 e logo se amarrou. Depois disso discutimos em uns poucos minutos sobre o punk rock clássico e que influencia clara ele tem para grande parte das bandas da atualidade e logo após me despedi e prometi para meu eu interior que já passou da hora de eu ter a minha Nikon para não perder momentos como estes.
Mas por enquanto ficam com esta imagem que com obviedade não foi captada pela minha perspectiva.
sexta-feira, 9 de outubro de 2009
Mário Queiroz + Op Art
Como não comentei sobre o Op Art na moda e no dia-dia, gostaria de mostrar uma das coleções passadas de Mário Queiroz inspiradas no Op Art, trazendo uma moda mais inteligente para as passarelas.
Algumas peças da coleção misturam roupas de alfaiataria com tendências mais sofisticadas em toques mais casuais e despojados, porem o estilista nos mostra seu lado audacioso, fazendo combinações excêntricas que vão de ternos com shorts e tênis esportivos a boinas italianas com calça de alfaiataria.
Op Art
A Op Art como muitos pensam, não tem semelhanças com a Pop Art, pois até em seu significado, do ingles, Optical Art, esta forma de expressão artistica se diferencia. Surgida oficialmente na década de 30 com os trabalhos de Victor Vasarely, e depois de ter tomado força na década de 50/60 indo tambem para o âmbido da moda, esta arte ainda hoje é inspiração para muitos artistas.
Grande parte das produções dessa escola são abstratas que tem como principal objetivo fazer uma representação que de algum modo, interaga com a pessoa que visualisa a obra.
A produção geralmente é feita através de figuras geométricas que combinadas em tons de preto e branco dão uma impressão de movimento ao espectador.
Alem de Vasarely, Bridget Riley, tambem que foi de grande importancia para dar um pouco mais de vida a este movimento, e talez hoje é uma das artistas de Op Art mais conhecidas por suas obras. Alem dela, são tambem classificados artistas desse estilo: Alexander Calder e Youri Messen-Jaschin.
"Descending" - Bridget Riley
Assinar:
Postagens (Atom)

























